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Prefeito de Elísio Medrado fala sobre assalto de Amargosa e do momento em que esteve refém



 

A Rádio RBR entrevistou na manhã desta quinta-feira (07) o prefeito de Elísio Medrado, Aluísio Júnior Andrade (PSD), o qual esteve no interior da agência bancária da cidade de Amargosa, quando cerca de quinze homens fortemente armado e encapuzados realizaram um assalto à agência. O entrevistado afirma que realmente estava dentro do banco quando ocorreu o assalto “e durante alguns minutos, que pareceram uma eternidade, ficamos lá dentro como reféns dos assaltantes, mas, felizmente, ninguém ficou ferido”. O prefeito comenta ainda o trabalho da polícia que em uma rápida ação cumpriu seu papel, não conseguindo encontrar os suspeitos de ter cometido a ação, mas usaram de todos os artifícios possíveis.
Na entrevista, o prefeito comentou ainda da dificuldade em efetuar as transações bancárias do município de Elísio Medrado, uma vez que as contas da prefeitura são na agência de Amargosa e, após o assalto, o ógão está fechada por tempo indeterminado, “dessa forma estamos impossibilitados de acessar as contas sem o comando efetuado pelos funcionários. já contratamos a superintendência do Banco do Brasil e estamos tentando buscar alternativa”. Devido aos problemas relatados, os funcionários do município de Elísio Medrado estão sem conseguir sacar o dinheiro referente ao salário.
Em relação a nova gestão de Elísio Medrado, Aluísio comenta que tinha ciência que a administração do município era lamentável e, ao assumir a gestão, a situação encontrada foi bem pior do que imaginavam e ainda não ocorreu nenhum tipo de intenção do prefeito em facilitar o processo de transição, “nós não tivemos acesso a nenhum documento importante da prefeitura, nenhum balancete contável, nenhum documento determinado pela lei para compor o processo de transição. Quando entramos no prédio da prefeitura só encontramos lixo, todos os computadores tiveram seus HDs arrancados, não tinha uma pasta de arquivo e isso se reproduziu em outras secretarias”, afirma. Outros problemas, como funcionários. (Foto Criativa Oline)