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CONCEIÇÃO DO ALMEIDA: Apresentação da LDO 2014 mobilizou representantes de segmentos da sociedade


A Câmara de Vereadores foi o local escolhido para a apresentação a realização da audiência pública no intuito de apresentar a Lei de Diretrizes Orçamentárias do município de Conceição do Almeida, para o exercício de 2014. Presentes, na oportunidade, além do prefeito Dr. Armando, o vice, o presidente da Câmara, vereadores, representantes de associações comunitárias  e de diversos segmentos da sociedade local. Fazendo uso da palavra, o gestor municipal, o presidente da egrégia casa legislativa e vereadores destacaram a importância dos debates para a definição de diretrizes que possam nortear a gestão administrativo-financeira do município para o exercício do próximo ano.


Logo em seguida, coube a Fabiana Pessoa de Oliveira, integrante da Empresa de Planejamento Municipal GESTPLAN, convidada para coordenar os trabalhos de apresentação da  LDO, proceder a uma apresentação audiovisual,  num trabalho bastante proveitoso, graças aos questionamentos formulados. Segundo Fabiana, em entrevista,  a Lei de diretrizes Orçamentária norteia o planejamento municipal  que, tal como aconteceu, deve ser sempre, participativo. Segundo ela, não dispõe de números inerentes à situação financeira herdada da administração anterior. Assevera que o município tem projeção de recebimentos que, infelizmente, ao longo dos últimos anos, não vinha se concretizando. Destaca que o município não deve ser administrado com ilusão de receitas e que a atual administração está buscando trilhar à luz da realidade, todavia, elaborando projetos que possam canalizar recursos para o fomento de obras e outras melhorias para a população.
Adverte que todos os municípios têm que fazer previsões orçamentárias palpáveis, ao invés de esboço de orçamentos fictícios e que acabam frustrando gestores e, principalmente, a população.  Diz ser de vital importância mapear a realidade do município para que as ações emerjam à luz da realidade reinante. Diz que a retração de receitas próprias  dos municípios que veem no “aperto fiscal” ônus eleitoral, estão cometendo irregularidades, principalmente quando praticam renúncias fiscais (a exemplo de anistias), incorrendo em crime tributário, ficando susceptíveis a sanções, inclusive, com perda de mandato .Fotos Toinho Simões (ASCOM municipal





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