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Entidades Empresariais e Sup. de Trânsito discutem influência do setor no comércio



A cidade de Santo Antônio de Jesus recebe diariamente milhares de pessoas que visitam o município para fazer compras, estudar e para a área de saúde. Com isso, o fluxo de veículos é muito grande chegando ao ponto de afetar as vendas locais devido à falta de estacionamentos públicos que comportem a demanda. Entre os principais problemas do setor no município pode-se destacar também a falta de vagas específicas para que as empresas possam realizar serviços de carga e descarga, essenciais no reabastecimento de produtos comercializados. Para falar sobre estes e outros problemas detectados no setor, a diretoria as Entidades Empresariais se reuniu no último dia 22 de abril com o Superintende de Trânsito e Transporte do Município, Luciano Moura.



Desde 2010, as Entidades Empresariais enviam ofícios aos órgãos competentes solicitando a remarcação de mais pontos de carga e descarga no município, considerando a importância do comércio para a economia local. Durante a reunião com o novo Superintendente, a diretoria entregou um pedido de revisão dos pontos atuais de carga e descarga sugerindo inclusive, novos pontos.


Luciano, por sua vez, agradeceu a colaboração e já anunciou que o problema terá uma atenção da SMTT fazendo parte de um novo projeto de ordenação do trânsito na cidade. Como exemplo, o superintendente informou que em breve, será criada uma zona de conflito entre a saída da Praça Padre Mateus com a Rua Sete de Setembro impedindo o estacionamento de qualquer veículo no local. Segundo Luciano haverá uma delimitação para carga e descarga no estacionamento da Praça Padre Mateus.


A diretoria ainda sugeriu a criação de medidas temporárias da Prefeitura Municipal quanto à criação de vagas de estacionamento no centro da cidade através de alugueis de terrenos baldios. A proposta visa desafogar o trânsito durante o período junino onde a cidade recebe um fluxo ainda maior de clientes e visitantes. O superintendente afirmou que a viabilidade da proposta seria estudada pelo setor jurídico da Prefeitura Municipal.


Ainda foram discutidas ações envolvendo o setor de moto-taxi, número reduzido de agentes locais, uso de bicicletas e uso ilegal de cones por empresas e clínicas. 
 
com informações de Aloma Brito - ACESAJ
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