A artesã de ‘headband’ (faixa de tecido para cabelos) Suzana Langer já é uma veterana no evento. “Esse trabalho de feira é legal porque a gente faz a divulgação, adquire clientes que vão ao ateliê, em outras feiras e passam a seguir realmente o nosso trabalho. Procuro sempre trazer coisa nova em cada feira. A cada quinze dias eu trago um produto novo ou um antigo com estampa nova para que esse cliente volte e consuma mais”.
A variedade, inclusive, foi um dos pontos que chamaram a atenção das turistas Thais Rodrigues e Heloísa Oluchi, do Rio de Janeiro. “Viemos passar o aniversário da minha neta Clara, que fez três anos, e aproveitei para fazer uma compra aqui na feirinha. Já conhecia a feira, gostei dos itens. É tudo artesanato mesmo. Bem legal”, disse Thais após adquirir um pano de prato e uma bolsa de tecido.
Capital e interior
Um total de 120 artesãos por mês terão a oportunidade de divulgar e vender seus produtos, proporcionando oportunidade para mais de 700 artistas até o final da temporada. O coordenador local da FBA, Lincoln Genonadio, explicou que, neste primeiro momento, a feira é composta em sua maioria por artesãos da capital e que, no segundo evento, serão priorizadas as associações de cidades do interior como Maragogipinho, além de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
“Todos são previamente cadastrados pela Coordenação de Fomento ao Artesanato da Setre [Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte]. Nós viajamos para cadastrá-los. É o reconhecimento do trabalho dos artesãos, além de fortalecer a economia local”.
Fotos de Mateus Pereira/GOVBA em http://www.secom.ba.gov.br/ galeria/11738/Feira-de- artesanato-no-Farol-da-Barra. html
