PSD dá sinal verde para Adolfo Menezes iniciar disputa por presidência da AL-BA

27 de Out // Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack | Política
O PSD deu sinal verde para que o deputado estadual Adolfo Menezes comece sua campanha pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia segundo o Bahia Notícias. O partido bateu o martelo em torno do nome do parlamentar porque, como ele havia sido pré-candidato ao cargo em 2016, já tem menor resistência dentro da Casa e musculatura maior dentro da sigla para encabeçar a campanha na Casa.

Na época em que tentou disputar o posto, Menezes tinha o apoio do ex-presidente Marcelo Nilo (PSB). No entanto, Nilo resolveu concorrer a mais um mandato, fazendo o parlamentar recuar. Pelo PSD, acabou disputando Angelo Coronel, que derrubou o ex-presidente. Segundo informações, o desafio posto pelo partido para Menezes é viabilizar sua candidatura.

Ou seja, ele precisará mostrar capacidade de aglutinar apoios e manter com a sigla a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia. Outros nomes como o recém-eleito deputado estadual Diego Coronel, filho do senador eleito Angelo Coronel, e a deputada estadual Ivana Bastos chegaram a ser discutidos pelo PSD para a disputa, mas o receio de que tivessem maior resistência da Casa fez com que a legenda optasse por Adolfo Menezes.

A avaliação é que a quase candidatura anterior do parlamentar vai facilitar as coisas para ele. No entanto, caso o deputado não consiga mostrar viabilidade na candidatura, um dos dois podem ser instados a se inserir no processo. Atualmente, as candidaturas de Menezes e de Rosemberg Pinto (PT) são consideradas as mais competitivas na corrida pela presidência da AL-BA.

Com menos chances, mas também no bojo está Nelson Leal (PP). Outro nome ventilado nos bastidores é o de Alex Lima (PSB), mas o fato de ele estar em um partido com menor musculatura política entre as agremiações que compõem a base do governador Rui Costa o enfraquece.

Mais forte é a possibilidade de Lima assumir a liderança do governo com a saída de Zé Neto (PT) do posto, após o petista ter sido eleito deputado federal. Entretanto, de acordo com o apurado pela reportagem, a liderança governista pode parar nas mãos de Rosemberg, caso ele perca a eleição ou não consiga viabilizar a candidatura pela presidência. O posto seria uma espécie de compensação para ele.