MK critica grandes filas de emprego e por benefícios do INSS


Ele afirma que os problemas atingem a parcela mais vulnerável da população brasileira

[MK critica grandes filas de emprego e por benefícios do INSS]
Foto : Tácio Moreira / Metropress
Por Metro1 no dia 21 de Janeiro de 2020 ⋅
Em comentário à Rádio Metrópole hoje (21), Mário Kertész fez críticas às grandes filas e ao descaso a que os brasileiros estão submetidos, seja em busca de empregos ou à espera de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“Eu passo sempre pela Cidade Baixa e a fila do Simm (Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-Obra) está fantasticamente grande. Fico pensando no quanto deve ser humilhante as pessoas ficarem em fila, leva currículo para um, leva para outro, pede para o pai, para o amigo do amigo e nada. E ainda tem gente dizendo que a economia está começando (a melhorar)... Não está começando... Eu espeço que comece. Eu desejo. Se depender de mim, quero que o governo Bolsonaro dê certíssimo, porque será certo para o povo brasileiro, inclusive nós que aqui estamos e que por vós esperamos. Vou torcer contra? Não. Acho que é a maior estupidez ficar com esse radicalismo, com essa besteira”, reclamou. 
Mário Kertész diz que, apesar de estar na torcida para que o governo melhore a situação do povo no Brasil, isso não impede que lute contra absurdos e os denuncie. 
“Você quer ver um? O que está acontecendo com o INSS. Tiraram seis mil funcionários e, de repente, as filas são monstruosas para receber pensão, suporte médico e aposentadorias. O governo então agora para tentar resolver essa bronca que ele mesmo criou. Quer pegar sete mil soldados e dar a ele gratificação para poder ajudar a resolver. Primeiro, eles não conhecem o serviço e vão demorar um tempo para aprender. E custará mais caro do que a economia que se fez demitindo funcionários que trabalhavam no INSS. Isso é uma questão de caos. E atinge a quem? Ao banqueiro? Ao empresário? Ao ‘porretão’? Atinge a parcela mais vulnerável da população brasileira. E a gente assiste a isso, inclusive, nós da imprensa, com uma leveza, uma frescura fantástica. A gente não vê. Cadê os protestos? Cadê a mobilização? E cadê nós da imprensa para acompanhar isso todos os dias?”, cobrou. 

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