Boletim de coronavírus “zerado” não é motivo para acomodação em Aratuípe

raças ao esforço conjunto de governadores e prefeitos é que o coronavírus vem sendo contido em milhares de municípios brasileiros. Municípios que vêm, à custa da parca disponibilização de logística operacional, necessária ao combate desse invisível inimigo,  empreendendo esforços no sentido de que a escalada epidemiológica seja exaurida de forma paulatina, significando, com isso, menos mortes no seio da população
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Em que pese todo esse trabalho, que inclui quarentena, confinamento, distanciamento social, uso de equipamentos de proteção (máscaras) e higienização, sempre acontecem, aqui e acolá, o surgimento de infectados.
É nos municípios, portanto, no “front” dessa “guerra” que as coisas, literalmente, acontecem. Eventuais colapsos provocados pelo número excessivo de casos, fazem com que essas células administrativas percam controle da situação, por falta de leitos, profissionais médicos e (pior ainda), UTIs para pacientes em estado grave.
Os prefeitos e governadores, diante de toda uma pressão mercadológica (fechamento do comércio), portanto, estão de parabéns por adotarem esse posicionamento no que concerne ao distanciamento social, barreiras sanitárias, etc, principalmente diante dessa crise política extemporânea e inconveniente, protagonizada pelo governo federal quando, no auge de uma crise de saúde, troca três ministros (dentre eles, dois desse segmento), enquanto, vidas são ceifadas, já ultrapassando Espanha e Itália, e figurando na quarta colocação no índice geral. 
Com a utilização de máscaras e todas essas práticas, esses gestores começam a promover relaxamentos em determinadas atividades, todavia, quando preciso, novos decretos para adequação. Em assim continuando, logo logo, estaremos livres dessa ameaça que, por enquanto, é latente. Esse é o caminho. 
ARATUÍPE
Em Aratuípe, a administração municipal, hoje sob o comando de Antonio Miranda (Sinho), tendo na Secretaria de Saúde, Anselmo Silva, conta com empenho de toda equipe de governo. Essa “zeragem” no número de ocorrências, poderia, muito bem ser motivo de regozijo, por parte deles.
Longe disso, continuam firmes e atuantes para que a população continue entendendo as medidas e colaborando para que tenham eficácia, na certeza de que os louros significarão, na verdade: vidas. Em municípios maiores, é natural que, pelo número de acessos, e maiores índices populacionais, as dificuldades aumentam de forma proporcional.

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