Caixa libera 5ª parcela do auxílio para cadastrados do Bolsa Família com NIS terminado em 0


A partir desta segunda-feira (31), os beneficiários do programa Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em zero vão poder sacar a quinta parcela do benefício. Com isso, a Caixa Econômica Federal liberou a parcela de R$ 600 (ou R$ 1.200 para mulheres chefe de família) para todos os inscritos no Bolsa Família.


Para os inscritos no programa do Bolsa Família, o calendário de saque foi organizado de acordo com a terminação do NIS. Os benefícios (do Bolsa Família e do Auxílio Emergencial) não são cumulativos e o cadastrado irá receber somente aquele de maior valor. Os beneficiários do Bolsa Família podem realizar o saque por meio do cartão do Programa Bolsa Família, Cartão Cidadão ou por crédito em conta da Caixa.

Hoje não há pagamento de nenhuma parcela para quem não é do Bolsa Família. Amanhã (1º), nascidos em agosto receberão autorização para sacar ou transferir a parcela que foi depositada na poupança digital em 14 de agosto. Confira o calendário.

Calendário geral para o pagamento da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª parcela
Os calendários abaixo são destinado àquelas pessoas que se inscreveram pelo aplicativo ou site, ou que já estavam no Cadastro Único e não são beneficiários do Bolsa Família.

Cada ciclo de pagamentos é dividido em duas etapas: a liberação do benefício em contas digitais e a liberação para saque. A primeira etapa do ciclo 2, para a liberação em contas digitais, ocorre entre os dias 28 de agosto e 30 de setembro. Já a segunda etapa, para liberação do saque, ocorrerá entre os dias 19 de setembro e 27 de outubro.

Ciclo 2

Mês de aniversário                       
Depósito       
Saque       
Janeiro28/ago19/set
Fevereiro02/set22/set
Março04/set29/set
Abril9/set1°/out
Maio11/set3/out
Junho16/set6/out
Julho18/set8/out
Agosto23/set13/out
Setembro25/set15/out
Outubro28/set20/out
Novembro28/set22/out
Dezembro30/set27/out

O presidente Bolsonaro tem autonomia para liberar novas parcelas de R$ 600 (ou R$ 1.200 para mães chefe de família) até o final do ano, desde que indique de onde virá o dinheiro. Se quiser reduzir o valor das parcelas ou prorrogar o auxílio para 2021, o governo precisará da aprovação da Câmara e do Senado.

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