ACM Neto diz que suspender vacina por questão ideológica é crime e diz: ‘O assunto é dos especialistas

Foto: Valter Pontes/ Secom
O prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, afirmou nesta última quarta-feira (21), que a questões ideológicas não devem influenciar as discussões sobre a compra de vacinas contra a covid-19. “Seria um crime inaceitável com o brasileiro colocar disputas políticas e ideológicas acima da saúde pública”, declarou ACM Neto ao comentar a possibilidade do governo federal desistir da compra de 46 milhões de doses da facina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Um dia depois de anunciar negociação para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac contra a covid-19, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou que “não há intenção de compra de vacinas chinesas”. ACM Neto voltou a comentar sobre a possibilidade de compra da vacina que estão sendo desenvolvidas por laboratórios de várias partes do mundo. “Se a vacina, seja de que país for, tiver a eficácia comprovada, passando por todos os testes, ela deve ser disponibilizada para toda a população. Não interessa se é da China, da Rússia, do Reino Unido ou dos EUA. O que interessa é se é 100% segura. Sendo 100% segura, a questão ideológica que fique em outro canto”, salientou. O prefeito de Salvador comentou sobre a interferência política em processos de decisão envolvendo a produção de vacinas contra a covid. “Aliás, quem tem de falar sobre a vacina são os cientistas, os técnicos, e não o presidente, o governador ou o prefeito. Isso é assunto dos especialistas. É óbvio que nenhum governador ou prefeito vai disponibilizar nenhuma vacina que não seja segura, referendada cientificamente, com eficácia comprovada. Em Salvador, se a vacina chinesa passar nos testes e for aprovada como segura, temos todo o interesse em disponibilizar para a população o mais rápido possível”, acrescentou o democrata. (Correio da Bahia)

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