O ‘estica-me-larga’ no MDB baiano entre o petista Jaques Wagner e o Democrata ACM Neto de olho nas eleições de 2022

 


Acostumado ao poder, o MDB baiano dividiu-se, mais de um ano antes das próximas eleições, em relação a quem apoiar na sucessão estadual do ano que vem. Enquanto o presidente da Câmara Municipal, vereador Geraldo Jr., puxa a corda pela manutenção do partido na base de ACM Neto, candidato do DEM ao governo, a turma de Lúcio Vieira Lima quer desembarcar da Prefeitura para marchar com o postulante do PT, Jaques Wagner. Geraldo tem planos de eleger-se deputado federal no ano que vem para negociar a própria indicação a vice na chapa com que o prefeito de Salvador, Bruno Reis (MDB), deve concorrer à reeleição, em 2024. Mas Lúcio e a família guardam mágoas de Neto. Muitas mágoas. O ex-deputado não perdoa o ex-prefeito principalmente pela operação que lhe atribui para tirá-lo do comando do partido em 2018, num momento de grande fragilidade política. Política Livre