‘Se for necessário prender 100 mil, qual o problema?’, diz Eduardo Bolsonaro

12 de Nov // Estadão Conteúdo | Política
Reeleito com 1,8 milhão de votos em São Paulo, o mais bem votado da história da Câmara Federal, o filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo Bolsonaro, em mais uma declaração polêmica defendeu a tipificação como terrorismo dos atos do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) um dia depois do futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, mostrar sua discordância sobre o tema segundo o Estadão.

“Se fosse necessário prender 100 mil pessoas, qual o problema nisso?”. Também disse querer criminalizar o comunismo, a exemplo da Polônia, Ucrânia e da Indonésia. Em entrevista ao Estadão, Eduardo Bolsonaro defendeu também idade mínima para a aposentadoria diferente entre trabalhadores braçais e de escritório e quer aprovar o projeto Escola Sem Partido.

Além de propor uma Constituinte exclusiva para a reforma política. Por fim, não descartou candidato a prefeito ou governador de São Paulo. Enquanto comia meio mamão e bebia uma taça de café com leite, o deputado contava que almeja criar um Foro de São Paulo da direita. Surfista e espécie de secretário de relações internacionais do pai, a onda conservadora que saiu das urnas em outubro tem em Eduardo um de seus principais arautos.