‘Queremos verdade e paz’, dizem governadores em carta

 

Documento é assinado por 16 gestores estaduais, entre eles Rui Costa

[‘Queremos verdade e paz’, dizem governadores em carta ]
Foto : Fernando Vivas/GOVBA

29 de Março de 2021 ⋅ 

Uma carta divulgada na noite de hoje (29) por governadores de 16 estados pede verdade e paz e se posiciona contrária à divulgação de notícias falsas relativas ao combate da pandemia. “Os governadores manifestam sua indignação em face da crescente onda de agressões e difusão de Fake News que visam a criar instabilidade institucional nos Estados e no País. Vivemos um período de emergência na saúde, e a vida de todos os brasileiros está em grave risco”, diz o documento.

O documento segue destacando o trabalho feito nos estados para combater o coronavírus e se coloca contrário a postura de representantes do governo federal. "Os governadores, juntamente com os servidores públicos e profissionais do setor privado, estão lutando muito para garantir atendimento de saúde e apoio social à população. Enquanto isso, alguns agentes políticos espalham mentiras sobre dinheiro jamais repassado aos estados, fomentam tentativas de cassação de mandatos, tentam manipular policiais contra a ordem democrática, entre outros atos absurdos”, continua a carta. 

Por fim, o documento pede que agentes da esfera federal atuem para coibir as notícias falsas e outros atos ilegais relativos à pandemia. “Os Estados e todos os agentes públicos precisam de paz para prosseguir com o seu trabalho, salvando vidas e empregos. Estimular motins policiais, divulgar Fake News, agredir Governadores e adversários políticos, são procedimentos repugnantes, que não podem prosperar em um país livre e democrático”, finaliza a carta. 

Assinam o documento, além do governador baiano Rui Costa, os governadores Flávio Dino, do Maranhão, Helder Barbalho, do Pará, Paulo Câmara de Pernambuco, João Doria, de São Paulo, Ronaldo Caiado de Goiás, Mauro Mendes, do Mato Grosso, Renato Casagrande do Espírito Santo, Wellington Dias, do Piauí, Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte, Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul e Waldez Góes, do Amap