Candidatos ao Governo da Bahia somam dívidas de quase R$ 4 milhões de reais


Faltando apenas seis dias das eleições, que acontece neste próximo domingo (7), as campanhas dos sete candidatos ao Governo da Bahia acumulam R$ 3,9 milhões de reais de saldo negativo. O levantamento feito pelo Bocão News, junto ao site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) leva em consideração os dados registrados até esta segunda-feira (1).

A arrecadação total é de R$ 12,1 milhões. O governador Rui Costa (PT) e o democrata Zé Ronaldo lideram o ranking com déficits parciais acima de R$ 1 milhão. O candidato Rui Costa já registrou R$ 6.023.319,10 em despesas contratadas e pagou R$ 3.236.935,49, o que resulta em débitos da ordem de R$ 2.789.388,61.

Ele soma um total de R$5.584.176,56 de recursos recebidos. O candidato do DEM, Zé Ronaldo, vem em seguida com registros de gastos no valor de R$3.200.260,62 e R$ 2.051.020,62 em despesas pagas. Com isso, as dívidas parciais já somam R$ 1.149.240,00. Ele arrecadou R$ 3.930.999,99. Já o emedebista João Santana acumula apenas R$ 10.992,00 de dívida, tendo gasto um montante de R$1.992.858,00. Ele acumulou R$2.500.000,00 em arrecadação.

Célia Sacramento da Rede tem um saldo devedor de R$ 29 mil. Dos R$43.846,85 contratados em sua campanha, apenas R$ R$14.846,85 foram pagos até o momento. Célia teve contribuição de R$50.100,00. Enquanto isso, o postulante do PSOL, Marcos Mendes não entra nessa lista. Os R$ 47.306,84 gastos foram quitados em sua totalidade, conforme consta no site do TSE.

Marcos Mendes teve colaboração de R$112.741,87. Da mesma forma o ex-prefeito João Henrique (PRTB). Ele gastou somente R$ 500,00 e na sua prestação parcial não constam dívidas a pagar. O perretebista recebeu R$ 1.500 em doações. Orlando Andrade do PCO, que recebeu R$ 600,00, não possui despesas e, consequentemente, dívidas a pagar.

Os candidatos têm o dia 5 de novembro para quitar dívidas e, nesse período, podem continuar arrecadando recursos exclusivamente para honrar os débitos. Caso haja segundo turno, esse período se estende por 30 dias após a data da eleição. Caso ainda existam dívidas, caberá ao partido arcar com os débitos das campanhas.

Faltando apenas seis dias das eleições, que acontece neste próximo domingo (7), as campanhas dos sete candidatos ao Governo da Bahia acumulam R$ 3,9 milhões de reais de saldo negativo. O levantamento feito pelo Bocão News, junto ao site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) leva em consideração os dados registrados até esta segunda-feira (1).

A arrecadação total é de R$ 12,1 milhões. O governador Rui Costa (PT) e o democrata Zé Ronaldo lideram o ranking com déficits parciais acima de R$ 1 milhão. O candidato Rui Costa já registrou R$ 6.023.319,10 em despesas contratadas e pagou R$ 3.236.935,49, o que resulta em débitos da ordem de R$ 2.789.388,61.

Ele soma um total de R$5.584.176,56 de recursos recebidos. O candidato do DEM, Zé Ronaldo, vem em seguida com registros de gastos no valor de R$3.200.260,62 e R$ 2.051.020,62 em despesas pagas. Com isso, as dívidas parciais já somam R$ 1.149.240,00. Ele arrecadou R$ 3.930.999,99. Já o emedebista João Santana acumula apenas R$ 10.992,00 de dívida, tendo gasto um montante de R$1.992.858,00. Ele acumulou R$2.500.000,00 em arrecadação.

Célia Sacramento da Rede tem um saldo devedor de R$ 29 mil. Dos R$43.846,85 contratados em sua campanha, apenas R$ R$14.846,85 foram pagos até o momento. Célia teve contribuição de R$50.100,00. Enquanto isso, o postulante do PSOL, Marcos Mendes não entra nessa lista. Os R$ 47.306,84 gastos foram quitados em sua totalidade, conforme consta no site do TSE.

Marcos Mendes teve colaboração de R$112.741,87. Da mesma forma o ex-prefeito João Henrique (PRTB). Ele gastou somente R$ 500,00 e na sua prestação parcial não constam dívidas a pagar. O perretebista recebeu R$ 1.500 em doações. Orlando Andrade do PCO, que recebeu R$ 600,00, não possui despesas e, consequentemente, dívidas a pagar.

Os candidatos têm o dia 5 de novembro para quitar dívidas e, nesse período, podem continuar arrecadando recursos exclusivamente para honrar os débitos. Caso haja segundo turno, esse período se estende por 30 dias após a data da eleição. Caso ainda existam dívidas, caberá ao partido arcar com os débitos das campanhas.