Wagner diz que votaria em Isidório no 2º turno em eventual disputa com candidato de Neto


Senador destaca trabalho social do deputado, ao considerar possibilidade de apoiar pré-candidato na disputa com grupo do prefeito

[Wagner diz que votaria em Isidório no 2º turno em eventual disputa com candidato de Neto]
Foto : Matheus Simoni/Metropress
Por Juliana Almirante no dia 16 de Dezembro de 2019 ⋅ 
O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou, em entrevista à Rádio Metrópole hoje (16), que votaria no pré-candidato à prefeitura de Salvador Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), nas eleições do ano que vem, em um eventual segundo turno com um candidato apoiado pelo prefeito ACM Neto (DEM-BA).
"Se ele for para o segundo turno com o candidato de Neto, claro (que voto em Isidório). Sei que ele tem trabalho social maravillhoso. Falei uma situação que eu voto e não vou votar no candidato de Neto. Acho que, se você encostar bons executivos em alguém que tem liderança popular... Digo que ele é admirado pelo trabalho que ele faz. A Fundação Doutor Jesus, que muita gente às vezes ironiza, quando visita, reconhece que faz trabalho importante e, do ponto de vista gerencial, é arrumadinha e presta suas contas", defendeu.
Ele declarou que o PT não deve, obrigatoriamente, ter candidatura própria em Salvador, e deve apoiar até três candidaturas.
"Em Vitória da Conquista e Feira de Santana temos candidaturas boas. Na maioria das cidades, 18 a 20, temos bons candidatos. Rui vai começar a reunir o conselho político agora e a gente, dentro da nossa base de sustentação, vamos tentar ter um candidato único, pelo menos nas maiores cidades", avaliou. 
Wagner cita que o PT já tem sete nomes colocados, embora não sejam muito conhecido. "Tem Vilma Reis, Moises Rocha, Valmir, Solla, Robinson Almeida, Nelson Pelegrino e houve lançamento da cndiatura de Juca Ferreira, que foi ministro"
Para ele, no entanto, o partido demora para escolher o pré-candidato que vai disputar contra o grupo político de Neto. "Hoje vou conversar com Rui [Costa] para reunir o conselho político. Tem que estar tomada no começo de janeiro, se não fica difícil", declarou Wagner.

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